CMV em restaurantes: o indicador que revela onde sua margem está sendo perdida

5 erros de gestão financeira em construtoras que fazem a margem desaparecer durante a obra


 

Uma obra pode parecer financeiramente saudável no início e, algumas semanas depois, revelar um problema difícil de recuperar: a margem planejada simplesmente não existe mais.

Isso acontece porque, durante a execução, pequenos desvios de custo podem se acumular sem que sejam percebidos imediatamente. Dessa forma, quando o problema aparece nos números finais, muitas vezes a empresa já perdeu a capacidade de corrigir o impacto.

Na construção civil, pequenos desvios acumulados durante a execução podem comprometer o resultado final. Por isso, acompanhar apenas o orçamento inicial não é suficiente para garantir uma obra rentável.

Compras feitas sem estratégia, mudanças de projeto, retrabalhos e falta de acompanhamento dos custos indiretos estão entre os fatores que reduzem a rentabilidade.

Ou seja, a diferença entre uma obra lucrativa e uma obra que apenas movimenta dinheiro está na capacidade de controlar custos antes que eles se transformem em prejuízo.

Por que a gestão financeira das obras está ficando mais desafiadora?

O cenário atual da construção exige mais controle.

Isso ocorre porque o setor passou a lidar com projetos mais complexos, maior pressão por prazos, aumento da necessidade de eficiência e maior preocupação com a previsibilidade financeira.

Como consequência, empresas que ainda trabalham apenas com um acompanhamento básico de orçamento encontram mais dificuldade para proteger sua margem durante a execução.

O problema é que muitas empresas ainda acompanham apenas o custo total da obra.

O gestor olha o orçamento inicial, compara com o valor recebido e acredita que está tudo sob controle.

Entretanto, a perda de margem normalmente acontece nos detalhes e, justamente por isso, precisa ser identificada antes que gere impacto significativo.

Alguns exemplos são:

uma compra emergencial mais cara;

horas extras não previstas;

desperdícios de materiais;

equipes paradas;

alterações que não foram corretamente avaliadas.

Além disso, custos indiretos, como administração, estrutura de apoio e despesas necessárias para manter a obra funcionando, também precisam ser considerados no planejamento financeiro.

5 erros de gestão financeira em construtoras que reduzem a margem

1. Comprar materiais sem planejamento

O primeiro ponto de atenção está nas compras. Embora adquirir materiais pareça uma atividade operacional simples, essa etapa possui impacto direto na rentabilidade da obra.

A compra emergencial parece uma solução rápida, mas frequentemente aumenta o custo da execução.

Quando a construtora compra sem uma programação baseada no cronograma físico-financeiro, perde poder de negociação e pode pagar mais caro.

Além disso, a falta de planejamento pode gerar outros problemas, como atrasos, desperdícios e dificuldade para controlar o fluxo financeiro.

O impacto aparece em:

preços maiores;

fretes adicionais;

compras duplicadas;

falta de materiais no momento certo.

Por isso, uma melhoria prática é transformar o processo de compras em uma etapa planejada, conectada ao cronograma da obra.

Antes de comprar, avaliar:

quando o material será utilizado;

quantidade necessária;

fornecedores disponíveis;

possibilidade de negociação.

2. Ignorar os custos indiretos da obra

Além das compras e dos custos diretamente ligados à execução, outro ponto merece atenção: os custos indiretos.

Nem todo gasto aparece diretamente no serviço executado.

Despesas administrativas, equipamentos de apoio, equipe de gerenciamento, energia, transporte e estrutura do canteiro influenciam diretamente o resultado.

Entretanto, como esses custos nem sempre estão relacionados a uma atividade específica da obra, acabam sendo deixados em segundo plano por muitas empresas.

Quando esses gastos não são acompanhados, a obra pode parecer rentável enquanto consome margem silenciosamente.

Na prática, isso significa que o orçamento inicial pode estar sendo cumprido, mas o lucro esperado não aparece no fechamento.

Sinal de alerta:

O orçamento inicial está sendo cumprido, mas a margem planejada não está sendo alcançada.

3. Aceitar retrabalhos como algo normal

Da mesma forma, outro fator que compromete diretamente a margem é o retrabalho.

Retrabalho é um dos maiores inimigos da rentabilidade de uma obra.

Isso acontece porque refazer uma atividade significa gastar novamente:

mão de obra;

materiais;

tempo;

equipamentos.

Além disso, o impacto não fica restrito ao custo imediato. Muitas vezes, um retrabalho gera atrasos que prejudicam outras etapas do projeto e aumentam ainda mais as despesas.

As causas mais comuns são:

falhas de comunicação;

falta de padronização;

execução sem conferência;

informações desatualizadas.

Por esse motivo, criar processos mais claros e acompanhar a execução de perto ajuda a reduzir falhas antes que elas gerem novos custos.

Um controle de processos bem estruturado ajuda a identificar gargalos e reduzir desperdícios operacionais. A metodologia DMAIC, por exemplo, trabalha etapas como definição, medição, análise, melhoria e controle dos processos.

4. Não controlar alterações de projeto

Além dos problemas relacionados à execução, as alterações de projeto também representam um risco importante para a margem da obra.

Mudanças fazem parte da realidade de muitos projetos.

Porém, o problema não está necessariamente na alteração em si, mas na falta de análise do impacto financeiro antes da aprovação.

Uma mudança aparentemente pequena pode gerar:

novos materiais;

aumento de prazo;

necessidade de mão de obra adicional;

impacto em contratos.

Dessa forma, toda alteração precisa ser avaliada considerando não apenas a necessidade técnica, mas também suas consequências financeiras.

Antes de aprovar uma mudança, é importante responder:

Quanto vai custar?

Quanto tempo adicional será necessário?

Quem aprovou essa mudança?

5. Acompanhar custos apenas no final da obra

Por fim, um dos erros mais comuns está relacionado ao momento em que a empresa acompanha seus números.

Esperar o encerramento para descobrir se a obra deu lucro é um erro frequente.

Isso acontece porque, quando o problema aparece no fechamento financeiro, normalmente existe pouco espaço para correção.

O acompanhamento precisa ser contínuo.

Assim, a gestão consegue identificar desvios enquanto ainda há tempo para agir.

Indicadores simples já ajudam:

custo realizado x orçamento;

avanço físico x financeiro;

desperdício de materiais;

horas previstas x realizadas;

margem atualizada da obra.

Como saber se sua construtora está perdendo margem?

Antes de um resultado negativo aparecer no fechamento, alguns sinais costumam indicar que a margem está sendo comprometida.

Fique atento quando:

o orçamento inicial precisa ser revisado constantemente;

compras urgentes viraram rotina;

gestores não sabem exatamente o custo real da obra;

alterações de projeto não possuem controle formal;

equipes reclamam de falta de planejamento;

a empresa trabalha muito, mas o lucro não acompanha.

Portanto, identificar esses sinais antecipadamente permite agir antes que pequenas perdas se transformem em grandes impactos financeiros.

O que acontece quando esses erros não são corrigidos?

Quando esses problemas permanecem sem tratamento, o impacto vai além da redução da margem.

A falta de controle financeiro gera consequências que afetam a operação e a capacidade de crescimento da empresa.

Menor previsibilidade

Sem informações confiáveis, a construtora perde capacidade de planejar novos contratos, investimentos e decisões estratégicas.

Pressão sobre o caixa

Além disso, uma obra pode estar contratada e ainda assim gerar dificuldades financeiras quando os desembolsos não acompanham o planejamento.

Decisões tomadas por percepção

Da mesma forma, sem indicadores claros, gestores passam a decidir com base em urgências, e não em dados concretos.

Crescimento desorganizado

Consequentemente, a empresa pode aumentar o número de obras, mas também aumentar seus problemas de controle e rentabilidade.

Um plano simples para recuperar o controle financeiro das obras

1. Revisar o orçamento antes da execução

O primeiro passo é garantir que o planejamento financeiro reflita a realidade da obra.

Mapeie custos diretos e indiretos.

Defina quais despesas precisam ser acompanhadas durante toda a execução.

Dessa maneira, a empresa começa a obra sabendo quais pontos exigem maior atenção.

2. Criar uma rotina de acompanhamento

Além de planejar, é necessário acompanhar constantemente o desempenho financeiro.

Faça reuniões periódicas com análise de:

previsto x realizado;

desvios;

causas;

ações corretivas.

Assim, problemas deixam de ser descobertos apenas no final e passam a ser tratados durante a execução.

3. Integrar financeiro, compras e engenharia

Outro ponto fundamental é eliminar a visão de que o controle financeiro depende apenas do setor administrativo.

A margem da obra é construída por diferentes áreas.

Compras, planejamento e execução precisam trabalhar com a mesma informação.

Quando esses setores estão alinhados, as decisões são mais rápidas e os riscos diminuem.

4. Criar indicadores de obra

Além disso, acompanhar poucos indicadores de forma constante costuma gerar mais resultado do que controlar muitos números sem frequência.

Exemplos:

custo por etapa;

percentual executado;

desperdício;

produtividade.

5. Registrar decisões e mudanças

Por último, é importante transformar decisões em histórico.

Toda alteração importante deve gerar registro.

Dessa forma, a empresa evita depender apenas da memória das equipes e cria uma base para melhorar futuras obras.

Como transformar controle financeiro em melhoria contínua?

Mais do que acompanhar números, uma gestão financeira eficiente precisa criar uma rotina de aprendizado e melhoria.

Isso significa que o controle financeiro da obra não deve ser visto apenas como uma conferência de valores, mas como uma ferramenta para apoiar decisões melhores.

Afinal, quando a empresa entende onde estão os desvios, quais são suas causas e quais ações precisam ser tomadas, ela passa a atuar de forma preventiva em vez de apenas corrigir problemas.

Empresas que conseguem proteger sua margem normalmente possuem:

processos definidos;

responsáveis claros;

indicadores acompanhados;

reuniões de análise;

melhoria contínua.

Além disso, esse acompanhamento permite que os aprendizados de uma obra sejam utilizados para melhorar os próximos projetos.

O controle financeiro deixa de ser apenas uma obrigação administrativa e passa a ser uma ferramenta estratégica para decisões melhores.

Conclusão

Os maiores prejuízos de uma construtora nem sempre vêm de grandes erros.

Pelo contrário, muitas vezes a margem desaparece por causa de pequenos desvios que permanecem sem acompanhamento durante a execução da obra.

Compras sem planejamento, retrabalho, alterações sem controle e falta de acompanhamento dos custos podem transformar uma obra aparentemente lucrativa em um resultado abaixo do esperado.

Por isso, a gestão financeira precisa estar presente durante todas as etapas do projeto, e não apenas no momento de fechamento dos resultados.

A pergunta estratégica é:

Sua construtora sabe exatamente onde a margem está sendo criada ou perdida durante a execução da obra?

A partir dessa análise, torna-se possível identificar oportunidades de melhoria, reduzir desperdícios e aumentar a previsibilidade dos resultados.

Estruturar processos e indicadores pode revelar oportunidades de melhoria antes que elas se transformem em prejuízo.

A A.C.E. Consultoria ajuda empresas a identificar gargalos de gestão e criar estruturas mais eficientes para crescer com previsibilidade.

Perguntas frequentes

1. Quais são os principais erros de gestão financeira em construtoras?

Os principais erros são compras sem planejamento, falta de controle dos custos indiretos, retrabalho, alterações de projeto sem análise e ausência de acompanhamento contínuo dos custos.

2. Como uma construtora pode melhorar sua margem de lucro?

A construtora pode melhorar sua margem criando processos de controle financeiro, acompanhando indicadores e integrando planejamento, compras e execução.

3. Por que o retrabalho reduz a margem das obras?

Porque ele gera novos gastos com materiais, mão de obra, equipamentos e tempo, além de poder causar atrasos em outras etapas do projeto.

4. Por que os custos indiretos precisam ser acompanhados?

Porque despesas administrativas, estrutura de apoio e operação do canteiro influenciam diretamente o resultado final da obra.

5. Qual o melhor momento para acompanhar os custos de uma obra?

O acompanhamento deve acontecer durante toda a execução. Dessa forma, a empresa consegue identificar desvios e corrigir problemas antes do encerramento.

6. Como evitar perdas financeiras durante uma obra?

Com planejamento de compras, acompanhamento de indicadores, controle de alterações, redução de retrabalho e integração entre as áreas envolvidas.

Construtoras perdem margem quando controlam apenas o orçamento inicial e não acompanham a execução financeira da obra. Para evitar perdas, é necessário integrar compras, engenharia e financeiro, acompanhar indicadores, controlar alterações e agir rapidamente diante de desvios.

 

 

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Gizely Nascimento

Analista de Marketing

A empresa chegou com uma dificuldade no seu setor de marketing, no que tange o acompanhamento dos dados de suas campanhas rodadas na plataforma Meta Ads. Havia uma dificuldade em acompanhar, de maneira dinâmica e continua, os dados de 60 unidades espalhadas pelo Brasil com precisão e, assim, poder traçar estratégias de marketing e acompanhamento de leads.
Com o objetivo de mapearmos e padronizarmos os processos da pizzaria, o Grupo Atlântico nos procurou em 2023 para realizarmos tal demanda, bem como otimizar os processos de diversas áreas da empresa. Ademais, após a excelência no projeto executado, a Pizzaria Atlântico nos contatou novamente para implementarmos novas plataformas nas unidades, bem como na gestão da experiência dos seus clientes, focando em maximizar o bem-estar e a satisfação dos mesmos através de estratégias de atração e retenção de clientes.
Para atingir seus objetivos, a VIVEO Holding investe continuamente na qualificação e desenvolvimento de seus profissionais, garantindo que estejam sempre atualizados com as melhores práticas e inovações do mercado. Entendemos que conhecer as dores e necessidades de nossos clientes é essencial para oferecer um serviço de excelência. Ao observar os gargalos em grandes companhias, a padronização de processos se destaca como uma prioridade, dada a necessidade de realizar procedimentos em larga escala. Além disso, é crucial definir atribuições claras e equilibradas, considerando que a estrutura organizacional pode mudar com o tempo. A estruturação de processos internos também é fundamental, pois exige um alinhamento rigoroso para alcançar excelência operacional. Estes aspectos são essenciais para melhorar a eficiência e a competitividade, permitindo que as empresas respondam rapidamente às demandas do mercado e mantenham altos padrões de qualidade.
As clínicas e hospitais veterinários no Brasil enfrentam dores significativas, começando pela alta concorrência, que torna difícil se destacar em um mercado saturado. A gestão de pessoas é outro desafio, envolvendo a retenção de talentos e a capacitação contínua, o que afeta diretamente a qualidade do atendimento e a confiança dos clientes. A gestão financeira é complexa, com a necessidade de equilibrar custos, controlar estoques e definir preços competitivos sem comprometer a qualidade, especialmente devido às margens apertadas. Além disso, falhas nos processos internos, como a organização de agendas e a comunicação entre a equipe, prejudicam a eficiência e a fidelização dos clientes, afetando a experiência geral dos tutores.
Quando se fala em empresas com um alto crescimento em um período repentino, leva a algumas dores comuns. Dito isso, a falta da clareza de entendimento do que são responsabilidades de cada colaborador, falta de um olhar estratégico para tomar decisões com base em dados, a falta do uso otimizado de sistemas, falta de uma comunicação assertiva entre as interfaces e centralização em diferentes colaboradores, foram gargalos encontrados. Nesse viés, a A.C.E , imergiu na realidade da empresa a fim de solucionar dores citadas, fazendo com que a importância de processos e de que cada colaborador entenda as suas atribuições e que se torne um ambiente de trabalho acolhedor e único para os citados. Em suma, entendimento de processos, de atribuições e processos bem mapeados foram viabilizados pela A.C.E consultoria a fim de um aumento na eficiência operacional e padronização de documentações de processos, no sentido de viabilizar e trazer a melhor jornada tanto para os colaboradores tanto para o viés estratégico da empresa.
Mapear os processos de logística e distribuição na indústria de é de extrema importância para garantir a eficiência operacional, a qualidade dos produtos e a satisfação dos clientes. O mapeamento dos processos permite identificar pontos críticos e gargalos que possam estar afetando a eficiência da cadeia logística, facilitando a implementação de melhorias e a otimização dos recursos disponíveis. Ao analisar detalhadamente cada etapa do processo, é possível encontrar oportunidades para reduzir custos operacionais, seja através da otimização das rotas de entrega, melhor gestão de estoques ou melhoria na utilização de veículos de transporte.
Em um mercado competitivo a Unilever, multinacional de bens e consumos, e em constante mutação, a empresa compreendeu que a estagnação não era uma opção viável. Diante da necessidade de se manter relevante e alinhada às demandas do mercado, a Unilever em seu segundo projeto com a A.C.E Consultoria, embarcou em uma jornada de reinvenção, buscando formas de inovar e se posicionar estrategicamente.
A Ultragaz chegou até a A.C.E. Consultoria com uma demanda muito específica voltada para pesquisa de mercado, onde o foco seria entender a aceitação do público em uma abordagem da marca voltada para materiais inovadores na parte da cozinha.
A Sadia buscou a A.C.E. quando estava em busca de expandir sua atuação no Nordeste. O “Projeto Base da Pirâmide” consistia em abrir uma nova fábrica na região, sendo necessária uma pesquisa de mercado para entender hábitos e preferências do consumidor de classes C e D com a marca e com seus concorrentes no local.
O maior obstáculo enfrentado pela Doc Expert estava em sua estratégia de marketing digital. Embora a empresa já utilizasse canais de tráfego pago e investisse em marketing orgânico, os resultados não eram satisfatórios. O marketing orgânico não estava conseguindo gerar tráfego qualificado para o site, e as campanhas de tráfego pago não estavam sendo otimizadas de maneira eficaz para atrair leads interessados e qualificados. Além disso, a falta de clareza nas campanhas dificultava a atração de novos clientes e o fortalecimento da presença online da empresa. A comunicação digital da Doc Expert não refletia o valor dos seus serviços e não estava alinhada com as expectativas do público-alvo. Essa combinação de fatores resultava em uma performance digital abaixo do esperado, impactando a capacidade da empresa de se destacar em um mercado competitivo.
A empresa chegou com uma dificuldade no seu setor de marketing, no que tange o acompanhamento dos dados de suas campanhas rodadas na plataforma Meta Ads. Havia uma dificuldade em acompanhar, de maneira dinâmica e continua, os dados de 60 unidades espalhadas pelo Brasil com precisão e, assim, poder traçar estratégias de marketing e acompanhamento de leads.
Em 2024, o Grupo AD contratou a A.C.E. Consultoria para desenvolver estratégias de marketing para a empresa por meio de um plano bem organizado e direcionado para a sua realidade, visto que público alvo e concorrentes não estavam bem definidos e, consequentemente, não havia a possibilidade de se ter um direcionamento de marketing assertivo. Ao observar a dinâmica do mercado atual, a implementação de um plano de marketing se destaca como uma prioridade, dado o ritmo acelerado e a competitividade dos negócios. Além disso, é crucial definir estratégias claras e equilibradas, visando alcançar os objetivos específicos da empresa, além de proporcionar uma visibilidade consistente no mercadoEm 2024, o Grupo AD contratou a A.C.E. Consultoria para desenvolver estratégias de marketing para a empresa por meio de um plano bem organizado e direcionado para a sua realidade, visto que público alvo e concorrentes não estavam bem definidos e, consequentemente, não havia a possibilidade de se ter um direcionamento de marketing assertivo. Ao observar a dinâmica do mercado atual, a implementação de um plano de marketing se destaca como uma prioridade, dado o ritmo acelerado e a competitividade dos negócios. Além disso, é crucial definir estratégias claras e equilibradas, visando alcançar os objetivos específicos da empresa, além de proporcionar uma visibilidade consistente no mercado
Observamos a demanda clara por para uma estruturação mais sólida e eficaz para novos processos comerciais. O objetivo principal do projeto era estruturar e otimizar o processo de vendas da empresa, capacitando-a a alcançar seu público-alvo, com foco em indústria e por meio de diversos canais de comunicação assertivos.
Facimed é uma distribuidora de medicamentos, fármacos e acessórios, a princípio só atingia a rede pública, porém em conversas percebemos que isso fazia a empresa perder espaço de crescimento perante o mercado e assim como também almejava respirar novos ares. Com essa dificuldade, a empresa Facimed contratou a A.C.E. Consultoria para construir formas de estruturar o seu setor comercial.
A Previnorte é uma entidade fechada e sem fins lucrativos de previdência complementar que existe no mercado há 34 anos. O desafio da Previnorte era entender como poderiam ter um marketing assertivo, com entendimento do seu mercado e público, para se posicionar de forma direcionada e potencializar os seus resultados.​
A Siemens enfrentava desafios relacionados à eficiência operacional e à falta de visibilidade sobre os processos internos. A complexidade das operações e a necessidade de garantir a consistência em diversas unidades exigiam um mapeamento preciso dos processos para identificar gargalos, otimizar a comunicação interna e melhorar a performance de todas as áreas da empresa.    
Apesar de sua experiência, o escritório TCA Advogados enfrentava desafios na gestão interna de processos e no atendimento ao cliente. As tarefas repetitivas e o gerenciamento de documentos ainda eram feitos de forma manual, utilizando ferramentas tradicionais como planilhas e anotações em papel, o que gerava um custo elevado em tempo e aumentava o risco de erros. A falta de um sistema estruturado para o controle financeiro e o acompanhamento de prazos impactava diretamente a eficiência operacional e a experiência do cliente, prejudicando a agilidade das respostas e o atendimento.
O principal desafio enfrentado pela Deca estava relacionado aos custos elevados com transporte e Vale-Transporte, que impactavam significativamente o orçamento da empresa. A empresa necessitava encontrar maneiras de reduzir os custos de transporte, melhorar a eficiência nas movimentações dos colaboradores e garantir que as rotas e o transporte de pessoal fossem realizados de maneira mais eficiente, sem comprometer a qualidade do serviço e o bem-estar dos colaboradores.
A Neurobots procurou a A.C.E. pois as atividades da área financeira eram realizadas de forma mais manualmente, onde levava bastante tempo para realizar atividades o que acabava atrapalhando a rotina dos colaboradores, tendo certas dificuldades de entregar algumas atividades antes do prazo.
A Clínica Mundos procurou a A.C.E. Consultoria com uma demanda específica e estratégica: a padronização de seus processos internos. O objetivo dessa iniciativa é criar uma base sólida que permita a expansão de sua unidade, garantindo que o alto padrão de qualidade no atendimento — marca registrada da clínica — seja mantido em todas as etapas do crescimento. Essa padronização busca alinhar procedimentos, otimizar recursos e assegurar que a experiência oferecida aos pacientes e famílias continue sendo de excelência, mesmo diante da ampliação das operações.
A Advanta Seeds enfrentava uma grande dificuldade na visualização e no controle dos processos internos da empresa. Muitos processos eram conduzidos de forma informal, com alguns funcionários detendo o conhecimento e o controle exclusivo do que era feito, enquanto gerentes e outras lideranças não tinham clareza sobre essas operações. Isso gerava um ambiente onde não era possível identificar claramente quais atividades precisavam ser cobradas ou melhoradas, impactando a gestão e a eficiência operacional. Além disso, a empresa enfrentava uma alta rotatividade de funcionários, o que agravava o problema, já que a falta de processos formalizados dificultava a rápida adaptação e treinamento dos novos colaboradores. Sem processos documentados e padronizados, a continuidade e a qualidade do trabalho ficavam comprometidas, gerando perda de conhecimento e retrabalho.
Apesar de ser uma empresa fundada a mais de 20 anos a pedreira tinha os processos administrativos e financeiros muito obsoletos, todos os processos financeiros de compra e venda e resgiatro de clientes era feito manualmente com o uso de planilhas e Papeis de bloquinhos. Com um custo anual apenas em papel de 6.000 reais. Fora o desperdício de horas de funcionários.
O principal objetivo da consultoria foi maximizar a lucratividade enquanto controlava e reduzia custos desnecessários. A meta era estabelecer um controle financeiro robusto que permitisse ao hotel ajustar-se dinamicamente às variações do mercado.
A Iquine oferece uma ampla gama de produtos que incluem tintas imobiliárias (interior e exterior), tintas industriais, texturas, esmaltes e vernizes. A empresa é reconhecida por sua qualidade e pelo desenvolvimento de soluções inovadoras, como tintas com menor impacto ambiental e maior durabilidade. Entre os produtos populares estão a linha de tintas super laváveis e anti-manchas, que facilitam a manutenção das superfícies pintadas. Com o porte da empresa, é natural que muitas informações se percam, por isso a Iquine contou conosco para ajudá-los.
A empresa sentiu dores muito comuns entre escritórios de advocacia: a concorrência, visto o grande número de escritórios, levando a uma intensa concorrência, a gestão de pessoas, que engloba vários tópicos, desde a cultura organizacional até aprendizagem e crescimento, a gestão financeira dos escritórios, envolvendo controle de custos, cobranças e pagamentos, e os processos internos que condiz no que deve ser realizado pelos advogados também é algo latente, envolvendo a comunicação interna e controle de atribuições, ao gerir o tempo e produtividade da equipe.
Nessa jornada, em 2018 a True Change buscou a A.C.E. com o intuito de quebrar paradigmas. O intuito inicial deles, era mapear e otimizar os processos da empresa, realizamos o projeto em 4 mãos e resultou em um trabalho produtivo que deu bons frutos para eles, como uma maior eficiência operacional e uma padronização na prestação de serviço.
A Previnorte é uma entidade fechada e sem fins lucrativos de previdência complementar que existe no mercado há 34 anos. O desafio da Previnorte era entender como poderiam ter um marketing assertivo, com entendimento do seu mercado e público, para se posicionar de forma direcionada e potencializar os seus resultados.​
Desde 1984, o bar e restaurante Cia do Chopp fundado por Tony Souza, atual presidente da ABRASEL, vem passando por diversas fases de inovação. Em 2022 surge a necessidade de desenvolver estratégias mais eficazes e atingir um novo público, além de entender melhor a experiência do cliente do Cia do Chopp.
Roadmapps é uma das maiores desenvolvedoras de software de Pernambuco, chegou até a A.C.E. com a necessidade de voltada para o esclarecimento acerca de qual o sucesso do seu cliente e como ele deveria ser metrificado, para que pudessem ser traçadas estratégias quanto a fidelização de seus clientes e abertura de novos horizontes para captação de leads
O principal objetivo deste projeto era realizar uma análise detalhada para compreender o perfil atual e potencial dos clientes da GOLLOG, visando captar e melhorar o relacionamento com esses clientes, além de diferenciar a GOLLOG de seus concorrentes no mercado competitivo de logística.
Visando ganhar uma grande bonificação financeira para os próximos anos, a Dafonte Tratores contratou a A.C.E. Consultoria por não conseguirem atingir as métricas necessárias para alcançar essa bonificação do Dealer Excellence, principalmente no pilar de qualidade, necessitando que os ajudassem a planejar estrategicamente como desenvolver o setor em busca das métricas, bem como as metas que deveriam ser alcançadas nos anos seguintes e como fariam para atingi-las.

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